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Histórico de chuvas

BALANÇO PLUVIOMÉTRICO

ESTAÇÃO METEOROLÓGICA UNICAMP – CAMPUS 1 – LIMEIRA-SP

ÍNDICE DE CHUVAS DO MÊS DE JANEIRO DE 1973 ATÉ 2010 E TOTAIS ANUAIS

ANOS JANEIRO (mm) % TOTAL DO ANO (mm)
1973 179,8 15,43 1165,5
1974 347,8 21,97 1583,2
1975 342,6 29,41 1164,8
1976 284,2 21,72 1308,2
1977 235,9 24,32 969,8
1978 146,3 19,72 741,8
1979 101,6 12,01 846,3
1980 196,9 16,72 1177,3
1981
1982 304,9 18,48 1650,1
1983 189,2 9,03 2096,1
1984 238,8 26,5 901,2
1985 128 12,44 1028,7
1986 127,6 8,86 1440,1
1987 304,8 20,36 1496,7
1988 171,8 14,07 1220,8
1989 282,4 21,72 1300,2
1990 338 25,48 1326,3
1991 182 10,83 1680,2
1992 104 8,14 1277
1993 243,2 17,46 1393
1994 224,8 18,81 1195,4
1995 189,8 11,39 1666,4
1996 312,5 19,55 1598,3
1997 351,5 23,89 1471,1
1998 155,8 11,52 1352
1999 582,1 40,35 1442,8
2000 186,3 13,03 1429,4
2001 107,2 8,04 1333,7
2002 226,7 14,82 1529,6
2003 349,8 31,31 1117,3
2004 268,3 18,28 1467,8
2005 352,1 33,94 1037,3
2006 149,6 11,96 1251
2007 410,7 28,56 1438,1
2008 149,9 14,67 1021,6
2009 146,8 12,2 1203,4
2010

2011

321,3

584,1

26,62


1207


OBSERVAÇÕES:

1979: JANEIRO MENOS CHUVOSO 101,7 mm

1981 : FALHA NA COLETA DE DADOS;

1983: ANO MAIS CHUVOSO 2096,1 mm.

1995: FEVEREIRO MAIS CHUVOSO COM 527 mm. (RECORDE MENSAL);

1999: 20 DIAS DE CHUVA COM DUAS TREGUAS DE 2 DIAS SEM CHUVAS;

1999: JANEIRO MAIS CHUVOSO 582,1mm.

2004: MIOR ÍNDICE PLUVIOMÉTRICO EM DEZEMBRO ( 126,8 mm );

BALANÇO DO ANO DE 2011 ATÉ O DIA 21 / 01 :

TOTAL DE CHUVAS : 508.1
Nº DE DIAS CHUVOSOS: 17
Nº DE DIAS SEM CHUVAS: 4 ( não sequentes )


PROF. HIROSHI PAULO YOSHIZANE
FT-UNICAMP- CAMPUS 1 LIMEIRA – SP


DIAGNÓSTICO E PREVISÃO DO TEMPO PARA O INÍCIO DE 2011


Fotos: José Paulo do Nascimento

1-Condições meteorológicas típicas do verão prevalecem em Limeira e região, com chuvas médias a intensas.

2-No mês de dezembro de 2010, as chuvas foram mais concentradas em períodos sequentes de 3 dias, em forma de pancadas de chuvas com índice máximo registrado de 56 litros por metro quadrado em 24 horas.

3-Não ocorreram até agora, no início de Janeiro de 2011, situações de enchentes devido ao sistema água e solo estarem ainda com potencial de infiltração e alto índice solar, que favoreceram rapidamente o enxugamento, devido às altas temperaturas, com registros de máxima média de 34°C.

4-A anomalia ¨La-Niña¨ está em atividade, com chuvas anormais em todo Sudeste e Leste Asiático, com intensos e catastróficos eventos de inundações na Austrália principalmente, e anomalias quanto ao regime de chuvas no Sul da América do Sul, comprometendo muito na safra agrícola e Pecuária da Argentina, Uruguaia e Paraguaia e no Brasil, no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com sistemas frontais inconstantes e anômalas. No Sudeste, no Estado de São Paulo, ocorrem situações de muita instabilidade na temperatura, com muito calor até anormal contrastadas com sistemas frontais se aproximando pelo Oeste, com repentinas quedas de temperaturas, ventos anormais e com chances de pequenas estiagens atípicas, com duração de no máximo 10 dias sequentes, principalmente no final de Janeiro. No estado de Minas Gerais ocorrerão muitas chuvas na faixa central e Norte e Noroeste mineiro, comprometendo muito o cotidiano e prejuízos gerais.

4- SITUAÇÃO DE ALERTA :

  • O solo com as última chuvas contínuas, com média intensidade e longa duração, começam a se saturar, e já mostram tendências para toda precipitação se escoar superficialmente, causando desmoronamento e tendências de enchentes e alagamento em baixadas.

  • As áreas de risco deverão ser observadas frequentemente a partir de agora, e requer a importante participação dos moradores e transeuntes dessas áreas, informar a imprensa e a Defesa Civil, que é um ato de cidadania.

  • Ambientalmente, é muito importante essa situação de aguaceiros, que dão potencial de recarga do lençol freático, e potencial de contribuição de nascentes de encostas e cabeceira dos ribeirões e córregos com potencial de fluxo para o abastecimento dos mananciais.

  • É muito importante a observação dos moradores residenciais térreos, quanto a umidade das paredes que podem resultar em danos estruturais e formação de bolores e limos, que são nocivos à saúde.
  • O mês de Janeiro é sempre o mais chuvoso do ano.

Professor Hiroshi Yoshizane

03 de Janeiro de 2011


Quem é o Prof. Hiroshi

 

Hiroshi Paulo Yoshizane

 

TECNÓLOGO EM OBRAS DE SOLOS – FEL-UNICAMP
ENGENHEIRO AGRIMENSOR – FEAP-PIRASSUNUNGA
ENGENHEIRO CIVIL – USF – ITATIBA
PÓS GRADUAÇÃO : ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO – AUPES – PIRASUNUNGA
PÓS GRADUAÇÃO : GRADUANDO DOUTORADO EM GEOCIÊNCIAS E MEIO AMBIENTE – UNESP – RIO CLARO

 
Áreas de Interesse:
  • GEOLOGIA APLICADA
  • HIDROLOGIA E DRENAGEM
  • TOPOGRAFIA
  • GEOLOGIA E MECÂNICA DOS SOLOS
  • FUNDAÇÕES
  • CLIMATOLOGIA E METEOROLOGIA
  • FÍSICA
  • SANEAMENTO BÁSICO
  • PÓS GRADUAÇÃO – MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
  • GEOCIENCIAS E MEIO AMBIENTE – DOUTORADO UNESP
  • ASSUNTOS TÉCNICOS INTERESSANTES

 

Algumas Publicações:
  • PROJETO RONDON
    RELATÓRIO DO GRUPO ATALAIA DO NORTE – AMAZÕNIA OCIDENTAL JANEIRO DE 2007  Download
  • RELATÓRIO COORDENADOR ATALAIA DO NORTE
    RELATORIO DO COORDENADOR  Download
  • CARTA DE AGRADECIMENTO DO COORDENADOR – PROJETO RONDON – MISSÃO ROSÁRIO DO CATETE – SERGIPE
    CARTA DE AGRADECIMENTO À TODOS.  Download
  • OUTONO 2010
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  • CARACTERISTICA DA PRIMAVERA
    PRIMAVERA E SUAS CARACTERÍSITICAS  Download

 

Projetos e Pesquisas:
  • PROJETO RONDON
    MISSÃO AMAZÕNIA OCIDENTAL EM JANEIRO DE 2007
    MISSÃO CENTENÁRIO EM SERGIPE, EM JULHO DE 2007