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Climatologia – Inverno 2012

INÍCIO  :  INÍCIO  :  DIA 20 DE JUNHO (QUARTA FEIRA)  ÀS 20:05h
TÉRMINO :   DIA 22 DE SETEMBRO (SÁBADO) ÀS 11:44h
DURAÇÃO:  93 dias e 16 horas.

Fonte http://www.cepagri.unicamp.br

Do latim: ¨tempus hibernus¨ – hibernação – Relaciona-se à época em que dentro do ciclo biológico, muitos animais se recolhem para se proteger do frio intenso, as espécies homeotérmicas como Esquilos, Morcegos, Ratos, e Ouriços são alguns que hibernam. Muitas espécies de aves migram para outras regiões mais quentes, como a andorinha. Insetos entram em diapausa (parada das atividades), e ficam no estado metabólico baixo, devido a escassez de alimentos e é peculiar das borboletas, besouros e mariposas. As formigas também diminuem as atividades e se agrupam nas câmaras no subsolo, consumindo o alimento armazenado durante o outono, como é o caso das Saúvas. Abelhas e vespas também hibernam pois não são tolerantes a muito frio, e também pelo fato da escassez de flores. Muitos batráquios e anfíbios também se hibernam ficando ocultos em tocas e buracos.
Os seres humanos não cessam suas atividades durante o inverno, devido à sua sabedoria e ciência, e também ao sistema econômico, visando o seu desenvolvimento, visando a preservação e conservação das atividades laborais, porém no inverno, sofrem também da influência na questão saúde. O frio influi no comportamento, hábito alimentar e vestuário e correm riscos de contraírem doenças típicas do inverno pela falta de umidade no ar, vivem em grupos (ambiente doméstico, escolas, cultos religiosos e festividades) e que na época do frio, não se expõe ao ar livre comumente das outras estações, expondo-se ao risco à saúde, como ondas de gripe e doenças infecto contagiosas transmissíveis pelo ar.
O Brasil, com dimensões continentais, abrangendo desde a parte acima do equador terrestre até a parte subtropical do capricórnio, com uma geografia e geomorfologia muito variada com planícies extensas, planaltos e regiões serranas, possui uma grande biodiversidade, e os brasileiros, vivem de acordo com seus costumes, tradições e adaptações, com explorações agrícolas e industriais diretamente relacionado às características climáticas.
Na atual conjuntura agrícola, com a ciência e tecnologia avançada, o nosso país produz commodities agrícola em grande escala, graças às descobertas científicas, com produção de variedades de plantas adaptadas ao clima regional, à ponto de não ser muito comum no mercado consumidor à varejo, vendas de frutas e produtos regionais como uvas, abacaxi, laranjas, melões, melancias, batatas, cereais e legumes que na década de 60, 70 e 80, era comum se falar em temporadas de alguns produtos agrícolas. O que ainda prevalece regionalmente é a pecuária, mas que aos poucos também está atingindo o mesmo nível das produções agrícolas de vegetais.
O PLANETA TERRA E SUAS EFEMÉRIDES CLIMÁTICAS: O planeta terra, descreve no espaço celestial um círculo completo durante um ano, com duração de 365 dias e 6 horas, onde essas 6 horas além dos 365 dias que é denominado como 1 ano civil, e são compensadas em mais 1 dia a cada quatro anos, conhecida como ano bissexto, cuja data de compensação é 29 de fevereiro e   influem nas datas dos equinócios e solstícios variando de ano para ano.
As estações climáticas denominadas também como efemérides das estações climáticas anuais, estão diretamente relacionadas a trajetória translacional da terra, e estão definidas e determinadas em latitudes específicas os quais são os trópicos, a latitude zero que é o equador e os círculos polares, são as máximas da amplitude de alcance da luz solar nas posições opostas, que no caso quando a projeção solar está definindo o início do inverno no hemisfério sul, as regiões localizadas além do círculo polar antártico, não recebem a luz do sol, iniciando-se assim os seis meses teóricos de escuridão, já no hemisfério norte ocorre o inverso, e sempre relacionadas em função da incidência solar à pino nas sucessões diárias, sendo assim entre os trópicos, haverá sempre uma latitude cuja projeção solar às 12 horas, será à pino, isto é, um objeto ou uma haste, neste exato momento cronológico, não projetará a sua sombra mas sim indicará exatamente a vertical, denominada como a vertical do lugar.
As latitudes correspondentes aos trópicos, tem como base a linha do equador terrestre, com latitude 0°, e os trópicos conhecido como câncer, encontra-se na latitude 23°26’22” N e o trópico de capricórnio na latitude  23°26’22” S. As latitudes correspondentes aos círculos polares, tem como base a linha do equador terrestre, consideradas como latitude 0°, onde círculo polar ártico, no hemisfério norte encontra-se na latitude de 66°33’39” N, e o círculo polar antártico na latitude  de 66° 32’30” S. Essas latitudes referem-se às noites absolutas (escuridão total) ou dias absolutos, ou seja dia sem noite  ou sol da meia noite.
SOLSTÍCIO: ( do latim solstitiu – sol parado ) : Corresponde ao máximo do deslocamento do Sol, considerando-se um ponto observador sobre a superfície terrestre, onde daí se inverte o sentido de deslocamento cronologicamente, assim sendo, imagina-se que o Sol precisa parar seu movimento para retornar para o sentido do equinócio. Mas se considerarmos o movimento de translação terrestre, trata-se da posição máxima espacial na trajetória celestial com projeção à pino sobre a latitude dos trópicos, e que cronologicamente, no avanço dos dias e horas durante um ano, representa o retorno da projeção no sentido ao equinócio que corresponde a linha ou latitude de 0° que é o equador terrestre.
LINHA DO SOLSTÍCIO NO BRASIL: O Trópico de Capricórnio no estado de São Paulo, passa pelas regiões de Ubatuba, Guarulhos, Sorocaba, Itaí, no estado do Paraná, nas regiões de Jundiaí do Sul, Maringá, Japurá, Rondon e Nova Olímpia, no estado de Mato Grosso do Sul, nas  regiões de Itaquiraí e Coronel Sapucaia.
Nessas regiões, nos dias de solstício de Verão, exatamente ao meio dia 12:00 horas, o sol estará à pino, e quando nos solstícios de Inverno, neste mesmo horário, uma haste na vertical, projetará a sua maior sombra.
Na engenharia de construções civis, arquitetura e agronomia, essas considerações são muito importantes nos fatores quanto ao índice de insolação, como por exemplo, insolação em dependências de ambientes públicos como hospitais e escolas, e no ambiente residencial, a posição das dependências principalmente os dormitórios, além dos intrínsecos anteriores, na questão de ambientes internos quanto à luminosidade dos jardins internos e externos.
Na engenharia agronômica é fundamental na questão da insolação e foto período para as culturas e exposição do solo, isto é, superfícies voltadas para o norte, recebem mais insolação o que influi na escolha e tipo de cultura, já as  voltadas para o sul, recebem menor insolação, e consequentemente com ambientes mais frios e úmidos, com maiores possibilidades de proliferação de pragas e diminuição na qualidade e oferta dos produtos para o mercado consumidor.
Para o leitor, é importante imaginar que quando se tratam de solstícios, ocorrem paridades ambientais isto é, quando é indicado o dia de solstício de verão no hemisfério Norte, é o solstício de inverno no hemisfério Sul, e é o dia de menor período solar (dia com menos horas de exposição à luz solar e noite mais longa o que dá início ao inverno) já no hemisfério Norte é o início do verão.
CONDIÇÕES TERMAIS: Durante os períodos de avanço aos solstícios, no hemisfério sul, as temperaturas começam gradativamente a diminuir devido a insolação, isto é, quanto menos insolação menor é o aquecimento atmosférico e da superfície, portanto com instabilidades e associações aos regimes de circulação atmosférica em forma de ventos e correntes e quantidade de vapor, onde   o fator água no solo, evaporação e a evapo-transpiração do reino vegetal, influem diretamente no regime de chuvas, mas pela ação e efeitos das massas de ar, associadas às células de Hadley diretamente relacionadas ao movimento de rotação terrestre ¨força de coriólis¨, geram  e ciclones e tempestades em vastas regiões, que são conhecidas como frentes atmosféricas, onde na vanguarda (aproximação), há uma predominância de ar quente e com regime de ventos superficiais direcionadas opostamente à entrada, e geram tempestades com ventos anormais ciclônicos devido ao choque térmico causando chuvas frontais com chuvas contínuas, já no domínio da frente fria ocorrem quedas na temperatura com predomínio de nebulosidade até atingir a situação de retaguarda da frente fria, que é a dissipação da massa de ar em forma de frente fria, onde começa a recuperação ou aumento termal, até a ocorrência de nova vanguarda.
Após a entrada do inverno, no hemisfério sul, as condições climáticas tendem a estabilidade, com escassez de chuvas com tendências à estiagens prolongadas, baixa umidade atmosférica, com muitos particulados na atmosfera devido às queimadas urbanas e atividades industriais que ainda emanam gases na atmosfera, mostrando na paisagem muitas fumaças e névoas secas.
A direção predominante dos ventos superficiais são do quadrante Sul e Sudeste, com predomínio do frio, e são denominadas ventos de Agosto, mas essa condição tem varado muito de ano para ano, e em ano como 2012, a tendência é de ocorrência de algumas friagens com predominância de poucos dias ou sejam duração de três a quatro dias.
CONCLUSÃO: Muito se fala sobre o Inverno e Verão, que são as estações climáticas naturais extremas, mas é importante lembrar das estações transitórias. Outono e Primavera, são as que prenunciam as tendências das extremas. Assim, evolui o nosso planeta TERRA, com vários e vários ciclos anuais e ciclos geológicos.
Artigo discorrido pelo autor, aplicando as observações ao longo de sua vida, em grande parte como Agricultor, profissional da Engenharia Civil, Agrimensura, Hidrologia, Geologia, Segurança do Trabalho e principalmente no Ensino Superior.

OBS: O ANO DE 2012 ESTÁ COM TENDÊNCIA DE CHUVAS DISTRIBUIDAS.

NEVOEIRO e NEBLINA

Muitas pessoas interpretam ou se confundem nas expressões sobre o tema neblina e nevoeiro, assim sendo, este material tem objetivo de simplificar o entendimento e saber classificar ou diferenciar.

Nevoeiro é uma densa cortina de gotículas que impedem a visibilidade em menos de 1000 metros de alcance.

Neblina, já é mais além de 1000 metros e é de situação da dissipação do nevoeiro, e é um fenômeno que requer muita atenção e observação na aeronáutica.

Portanto, esse material serve para melhor identificar e o tema central é NEVOEIRO  e suas características físicas atmosféricas:

 

O QUE É ¨NEVOEIRO¨

            É uma nuvem com a base junto à superfície do solo, e ocorre quando o ar atmosférico se satura e resfria pela atividade radiativa, advectiva  por adição de água em forma de vapor ou também por expansão adiabática.

RESFRIAMENTO POR RADIAÇÃO:

Ocorre quando a superfície do solo absorveu o calor (irradiação solar) durante o dia e com grande potencial de RADIAÇÃO,  perde rapidamente o calor para o ar atmosférico durante a noite, e isso ocorre em condições de céu limpo (sem nuves), e com ventos fracos,  e ainda com solo úmido e consequentemente com umidade relativa do ar atmosférico alta e quando assim, se ocorrer resfriamento da massa de ar próximo à temperatura do ponto de orvalho forma uma densa cortina de gotículas suspensas.

NEVOEIRO  RASO : Se o ar está calmo praticamente sem vento ou abaixo de 1 m/seg, e de forma descontínua, forma-se em camadas de menos de um metro, mas para um nevoeiro se formar espessura maior, requer um maior potencial de mistura e de arraste,ou seja com ventos mais fortes, e que passa a transferir calor para a superfície fria, fazendo com que uma camada maior se resfrie até abaixo do ponto de orvalho que é a temperatura que o vapor necessita para se condensar (mudar de estado gasoso para o estado líquido) elevando a massa de  nevoeiro para cima  entre 10 a 30 metros de altura.

NEVOEIRO DE SUPERFÍCIE: Forma-se a partir de uma inversão térmica de superfície causada pelo resfriamento radiativo que ocorre durante uma noite. Um simples resfriamento não é suficiente para formar nevoeiro, e quando em noites com ventos muito calmos, há muita chance de isso ocorrer. Assim, quanto mais forte for o vento, menor é a chance de uma inversão térmica de superfície ocorrer, devido a turbulência associada ao campo de vento, que irá transferir o calor para baixo. Quando há nebulosidade, a parte da radiação da superfície do solo e é absorvida pelas nuvens e refletida de volta sendo reabsorvida pela superfície, impedindo assim a formação de nevoeirose consequentemente uma temperatura mais confortável. Assim em noite calma e de céu aberto permite que a radiação emitida pela superfície dissipe pela atmosfera acima, dando condições  para resfriamento do ar envolto à superfície, formando o nevoeiro superficial que são rasos e desaparecem rapidamente pela ação da radiação  luz do sol nos primeiros momentos do nascer de um novo dia.

NEVOEIRO DE ALTA INVERSÃO: Fenômeno típico da estação do inverno, trata-se de  nevoeiro do tipo radiativo, e que ocorre sobre as  superfícies continentais, e se forma pela perda radiativa de calor por vários e vários dias e  de forma contínua o que é característica das regiões extra-tropicais durante o inverno.

NEVOEIRO DE ADVECTIVO : É o fenômeno atmosférico que ocorre quando uma massa de ar quente e úmido passa sobre uma superfície fria, e por contato e  mistura com o ar frio perde o calor, e se satura e para essa formação o ar atmosférico tem que entrar em turbulência o que  facilita o resfriamento de uma camada mais espessa, e que eleva o nevoeiro para alturas.

 

Fonte de pesquisa: METEOROLOGIA BÁSICA E SUAS APLICAÇÕES – VIANELLO, Rubens Leite &  ALVES, Adil Rainier – Edit. U.F.Viçosa – MG

 

Limeira tem sistema avançado de coleta de dados meteorológicos

Quer saber qual foi a tempertatura registrada em Limeira nos últimos 10 minutos? É só acessar http://www.ft.unicamp.br/dadosmeteorologicos que, além da máxima e mínima, a velocidade e direção do vento, umidade do ar e quantidade de chuva (índice pluviométrico) também são informados em gráficos. As informações são possíveis graças à instalação da estação meteorológica automática Davis, sistema profissional de medição implantado na Faculdade de Tecnologia (FT/Unicamp) em 15 de dezembro. O aparelho teve investimento de U$$ 5 mil pelo Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri), e processa diversos dados a cada 10 minutos, repassados da estação a um servidor da instituição. E, de lá, para o site, após triagem de dados, tudo em tempo real. Antes, a coleta era feita manualmente em estações mais simples, na própria faculdade.
A aparelhagem era um sonho do professor de Hidrologia, Hiroshi Paulo Yoshizane, que há quatro anos pleiteia o equipamento. “Foi comprado para o projeto de mestrado e doutorado do pesquisador Gustavo Coral, do Cepagri, e cedido a nós após a conclusão”, explicou Hiroshi, justificando o interesse do registro desses dados no município.

 

Fonte: Daíza Lacerda – http://www.gazetainfo.com.br/site/index.php?r=noticias&id=8107

 

Outono de 2012

O  OUTONO   NO  BRASIL:

EFEMÉRIDES DO OUTONO  2012:

INÍCIO  :  DIA 20 DE MARÇO

TÉRMINO :  DIA 20 DE JUNHO 

ALGUMAS  CARACTERÍSTICAS  CLIMÁTICAS  DO  OUTONO:

            -TÓPICO REFERENTE AO MEIO AMBIENTE:

1-É conhecido como a meia estação ( estação de transição do quente para o frio).

2-As horas de permanência da luz solar ( foto período ) começa a diminuir gradativamente.

3-Começa-se a sentir durante à noite da  necessidade de um cobertor para dormir, e ao amanhecer e entardecer, precisamos vestir uma blusa, compondo a segunda camada de proteção.

4-Começa-se  perceber que as chuvas não são tão frequentes, queda no índice da umidade relativa do ar, e  a cada chuvarada que acontece, logo em seguida cai a temperatura, e as chuvas são mais demoradas e com raios trovoadas e ventanias que podem ser em forma de tornados (tem ocorrido principalmente no mês de maio no estado de São Paulo.

5-Na região Sul do Brasil, as entradas de massas de ar polar que geram as frentes frias mais frequentes causando ciclones na costa atlântica, tornados no interior e algumas geadas na região serrana Gaúcha e Catarinense.

6-Na região Sudeste e Centro este do Brasil, essas frentes frias influenciam a atmosfera, e cada vez mais as temperaturas mínimas e máximas e  chuvas diminuem.

7-No Nordeste brasileiro, ocorrem chuvas principalmente durante à tarde na região costeira, com raios e ventanias, e essas chuvas chegam a atingir algumas partes do agreste, que são ditas pelos nordestinos como ¨trovoadas¨.

8-Na Amazônia, o frio não são evidentes, mas, as chuvas são mais fortes e frequentes, devido ao choque térmico, quando a frente fria que entram pela Argentina, são muito forte e atingem até a região do Mato Grosso e Tocantins, encontrando a zona de convergência, conhecida como Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) que se forma pelo encontro dos ventos úmidos do hemisfério sul e do hemisfério norte que atua  no Nordeste e Norte brasileiro durante o verão e  outono causando chuvas intensas bloqueando o avanço da umidade para o lado ocidental da região Sul do Brasil, causando estiagem.

9-O ecossistema no outono:

a)      FLORA: As plantas especificamente as decíduas, começam a entrar em dormência, com as folhas mudando de cor gradativamente, caindo e dispersando as sementes e frutos, cujo ciclo natural se encerra no Inverno.

b)      FAUNA: Com a queda e dispersão das folhas, frutos e sementes, muitas espécies animais como, formigas, roedores e outros bichos passam a armazenar e esconder as sementes e frutos como estocagem de alimentos, preparando-se para enfrentar a estação sequente que é o inverno, e alguns animais se perdem e não mais acham as sementes escondidas, e na sequência com a nova estação primavera, as sementes germinam e geram novas plantas.

c)      MEIO AQUÁTICO E POTENCIAL DAS ÁGUAS: Com a diminuição gradativa das chuvas, as águas dos rios e lagos, começam a ficar mais cristalinas com a decantação das partículas em suspensão, e consequentemente diminuindo a turbidez. O lençol freático (aquífero livre) perde o potencial, e começa a secar gradativamente o solo e subsolo, dando início à estiagem que é necessário para o controle do meio ambiente, nos termos da insolação, com índices de raios solares principalmente os raios Ultra violeta, que são importantes desinfetantes das águas principalmente dos lagos naturais e reservatórios, e os raios Infra vermelho são importantes no residual de conservação de energia térmica da capa do solo orgânico e na síntese da radiação solar das plantas menores e não decíduas componentes das ripárias e mesmo até das florestas úmidas das encostas.

d)      MATAS CILIARES (RIPÁRIAS): Com a perda das folhas, começam a se formar as serrapilheiras ou deposição dos restos vegetais sobre as superfícies dentro das florestas, reorganizando o ecossistema ripário, reposição de nutrientes orgânicos no solo, principalmente o Nitrogênio. E nessa época, com a umidade decrescente, muitas sementes começam a maturar (dormência), que se entende até o início da Primavera, passando por todo Inverno, e quando se inicias as primeiras chuvas dentro da Primavera, germinam e recondicionam o ecossistema, com uma nova planta em crescimento e .formação, por isso é que a estação do renascimento e recondicionamento ambiental é considerada a Primavera.

Na imagem abaixo percebe-se a posição do SOL exatamente sobre a linha do equador terrestre e  a PENUMBRA mostra uma vertical, mostrando o dia igual a noite.

Fontes de pesquisa e bibliografia

Uvo, C. R. B. e Nobre, C. A., 1989: A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e a precipitação no norte do Nordeste do Brasil. Parte I: A Posição da ZCIT no Atlântico Equatorial. Climanalise, Vol. 4, número 07, 34 – 40.
Uvo, C. R. B. e Nobre, C. A., 1989: A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e a precipitação no norte do Nordeste do Brasil. Parte II: A Influência dos Ventos e TSM do Atlântico Tropical. Climanalise, Vol. 4, número 10, 39 – 48. UNIVER

LUTGENS, F.K. e E.J. TARBUCK, The Atmosphere: an introduction to Metorology. Prentice Hall, 1989.
MORAN, J.M. e M.D. MORGANN, Meteorology: atmosphere and the science of weather. MacMillan, 1989.
WALLACE, J.M. e P.V. HOBBS, Atmospheric Science: an introductory survey. Academic Press, 1977.
LIOU, KUO-NAN, An Introduction to Atmospheric Radiation. Academic Press, 1980.

http://www.cptec.inpe.br/